Onírico foi concebido a partir dos relatos de sonhos compartilhados pelos integrantes do elenco original. Na peça, as revelações são materializadas em elementos cênicos e coreográficos, compondo interfaces do estar acordado e estar dormindo. Na trilha, Ed Côrtes usa as vozes dos bailarinos, que contam seus próprios sonhos.

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Coreografia: Lili de Grammont / Trilha Sonora: Ed Côrtes / Cenografia: Wilson Aguiar / Iluminação: Raquel Baleckian / Figurino: Bruna Fernandes / Estreia: 2014 – Escola do Teatro Bolshoi no Brasil / Remontagem: 2016 – Núcleo Tentáculo